grafana-dashboards
por wshobsongrafana-dashboards ajuda agentes a projetar dashboards Grafana de produção para observabilidade. Use para planejar layouts com RED e USE, definir a hierarquia dos painéis e estruturar dashboards para métricas no estilo Prometheus.
Esta skill recebeu 68/100, o que indica que vale a pena listá-la para usuários do diretório que buscam orientação de design para dashboards Grafana, mas com a expectativa de uma skill mais centrada em documentação do que em um fluxo executável com proteções operacionais robustas. O repositório traz conteúdo suficiente para entender o caso de uso e os resultados prováveis, embora deixe parte dos detalhes de implementação e das decisões de adoção a critério do usuário.
- Boa clareza de acionamento: a descrição e a seção 'When to Use' cobrem explicitamente dashboards de monitoramento, visualizações com Prometheus, dashboards de SLO, monitoramento de infraestrutura e acompanhamento de KPIs.
- Conteúdo de fluxo substancial: a skill inclui princípios de design de dashboards, como hierarquia da informação, métodos RED e USE, além de exemplos concretos em JSON do Grafana para a estrutura dos dashboards.
- Conteúdo real suficiente para ajudar agentes além de um prompt genérico: o SKILL.md extenso, com múltiplas seções, headings, blocos de código e referências ao repositório, indica padrões reutilizáveis de dashboard em vez de um placeholder superficial.
- A clareza operacional é mediana, não forte: não há comando de instalação, arquivos de suporte nem restrições explícitas ou checklist prático de execução para conectar os exemplos a um ambiente Grafana em produção.
- A aderência de adoção é mais limitada do que o título sugere: as evidências mostram orientação de design e exemplos, mas não scripts, helpers de API ou recursos de validação para criar ou atualizar dashboards de ponta a ponta com confiabilidade.
Visão geral da skill grafana-dashboards
O que a grafana-dashboards faz
A skill grafana-dashboards ajuda um agente a projetar e rascunhar dashboards do Grafana com padrão de produção para trabalho de observabilidade. Ela foi pensada para transformar um objetivo de monitoramento — como “mostrar a saúde da API” ou “acompanhar saturação da infraestrutura” — em uma estrutura de dashboard coerente, com painéis, agrupamentos de métricas e prioridades de layout, em vez de deixar você com um prompt vago e ideias genéricas de gráficos.
Quem deve usar a grafana-dashboards
Esta skill é mais indicada para engenheiros de plataforma, SREs, times de DevOps, engenheiros backend e lideranças técnicas que criam dashboards no Grafana com métricas no estilo Prometheus. Ela é especialmente útil quando você já sabe qual sistema precisa observar, mas quer um design de dashboard mais limpo, baseado em padrões consolidados de monitoramento.
O trabalho real que ela resolve
A maioria dos usuários não precisa de “um dashboard” em abstrato. Precisa de um dashboard que ajude operadores a responder perguntas rapidamente durante incidentes, revisões e checagens rotineiras de saúde. A grafana-dashboards entrega mais valor quando você quer que um agente organize as métricas em torno de decisões operacionais: o que está quebrado, quão grave é, onde investigar em seguida e se a situação está piorando.
O que diferencia esta skill
O maior diferencial da grafana-dashboards é ancorar o desenho do dashboard em heurísticas de observabilidade, e não em pura geração de interface. O material de origem enfatiza:
- hierarquia da informação
- método RED para serviços
- método USE para infraestrutura e recursos
Isso a torna mais útil do que um prompt genérico do tipo “faça um dashboard no Grafana” quando o que importa é um layout acionável e uma boa escolha de painéis, e não apenas produzir JSON.
O que ela aparentemente não inclui
Esta skill é enxuta. Pelos indícios no repositório, ela fornece principalmente orientação em SKILL.md e não inclui scripts auxiliares, arquivos de regra nem assets de suporte. Na prática, isso significa que a grafana-dashboards funciona melhor como estrutura de prompting e design, não como um toolkit completo de provisionamento de dashboards.
Como usar a skill grafana-dashboards
Contexto de instalação da grafana-dashboards
Se o runtime de skills do seu ambiente suporta adicionar skills a partir do repositório, instale a partir do repo wshobson/agents e depois invoque a skill grafana-dashboards dentro de um fluxo voltado a observabilidade. Um padrão comum é:
npx skills add https://github.com/wshobson/agents --skill grafana-dashboards
Se o seu ambiente carrega o repositório inteiro ou sincroniza skills de outra forma, o ponto importante é que o agente consiga acessar a skill em:
plugins/observability-monitoring/skills/grafana-dashboards
Leia este arquivo primeiro
Comece por:
plugins/observability-monitoring/skills/grafana-dashboards/SKILL.md
Não há sinais fortes de arquivos complementares para esta skill, então quase toda a orientação útil parece estar ali. Isso é bom para adoção rápida, mas também significa que você precisa levar suas próprias convenções de schema de dashboard, detalhes da datasource e fluxo de exportação/importação.
Quais entradas a skill precisa de você
A grafana-dashboards funciona melhor quando você fornece contexto operacional, não apenas um título de dashboard. Dê ao agente:
- o sistema que está sendo monitorado
- o público do dashboard
- a datasource e o estilo de nomenclatura das métricas
- os modos de falha mais importantes
- o horizonte de tempo e a necessidade de atualização
- se você quer visões de serviço, infraestrutura, SLO ou KPI de negócio
Sem isso, o agente ainda consegue sugerir uma estrutura, mas as definições de painel tendem a ficar bem mais genéricas.
Solicitações de dashboard mais adequadas para a grafana-dashboards
Use a grafana-dashboards para pedidos como:
- dashboards de saúde de API ou microserviços
- dashboards RED com Prometheus por trás
- dashboards de infraestrutura usando USE
- painéis de observabilidade focados em SLO e latência
- dashboards de visão geral de produção com seções para drill-down
Ela é menos indicada para gráficos ad hoc pontuais, trabalhos no Grafana muito dependentes de plugins customizados ou ambientes em que a linguagem exata de consulta da datasource importa mais do que a estrutura do dashboard.
Como transformar um pedido vago em um prompt forte
Prompt fraco:
- “Crie um dashboard do Grafana para meu app.”
Prompt melhor:
- “Use the grafana-dashboards skill to design a production Grafana dashboard for a customer-facing API. Datasource is Prometheus. Focus on RED metrics, 30s refresh, last 6h by default, and an on-call audience. Include top-row stat panels for traffic, error rate, p95 latency, and saturation signals. Then propose panel titles, layout order, and example PromQL queries.”
Por que isso funciona:
- nomeia o sistema
- escolhe um método de design
- define público e janela de tempo
- pede estrutura e consultas
- dá restrições suficientes para o agente não cair em saída genérica
Template de prompt para uso da grafana-dashboards
Você pode adaptar este modelo:
- “Use the
grafana-dashboardsskill to design a Grafana dashboard for[service/system]. - Audience:
[on-call / engineering managers / platform team] - Datasource:
[Prometheus / other] - Dashboard goal:
[incident response / daily health review / SLO tracking] - Key metrics:
[request rate, error rate, p95 latency, CPU saturation, queue depth] - Default time range:
[1h / 6h / 24h] - Refresh interval:
[15s / 30s / 1m] - Constraints:
[must fit single screen / include variables / separate business KPIs from infra] - Output wanted:
[panel plan / Grafana JSON draft / PromQL suggestions / layout rationale]”
Fluxo prático recomendado
Um bom fluxo de uso da grafana-dashboards é:
- Defina o propósito do dashboard em uma frase.
- Escolha a lente: RED, USE, SLO ou foco em KPI.
- Liste as métricas exatas disponíveis na sua datasource.
- Peça primeiro a hierarquia de painéis ao agente.
- Peça depois exemplos de queries.
- Revise as lacunas em relação aos seus labels e nomes de métricas reais.
- Só então peça Grafana JSON ou saída de provisionamento.
Essa ordem evita um modo de falha comum: o agente inventar um JSON de dashboard bonito, porém inutilizável, antes de o modelo de métricas ter sido validado.
Padrões de design destacados pela skill
O material de origem destaca alguns padrões práticos que vale preservar:
- colocar as métricas críticas primeiro, em painéis de número grande ou
stat - usar séries temporais para dar visibilidade de tendência
- empurrar diagnósticos detalhados para a parte inferior do dashboard
- usar RED para comportamento de serviço
- usar USE para hosts, nodes, discos, filas e recursos semelhantes
Para times de observabilidade, este é o principal valor da skill grafana-dashboards: ela melhora o fluxo de decisão, não apenas a quantidade de gráficos.
Como a saída provavelmente será
Com base no repositório, espere que a skill ajude a produzir:
- planos de seções do dashboard
- recomendações de ordenação dos painéis
- sugestões de categorias de métricas
- exemplos de dashboard em formato parecido com JSON
- escolhas de painéis guiadas por métodos de monitoramento
Não espere acerto turnkey para seus labels exatos, recording rules, estrutura de pastas, permissões ou setup de provisionamento do Grafana, a menos que você forneça esses detalhes de forma explícita.
Dicas práticas que mudam a qualidade da saída
Para usar melhor a grafana-dashboards, inclua sempre:
- nomes reais de métricas, se você tiver
- se percentis estão disponíveis
- restrições de cardinalidade
- filtros de ambiente como
cluster,namespaceouservice - se o dashboard é para visão geral ou debugging profundo
Esses detalhes mudam de forma material se o agente vai propor painéis superiores úteis, variáveis realistas e escopos de query sensatos.
FAQ da skill grafana-dashboards
A grafana-dashboards é boa para iniciantes?
Sim, desde que você já conheça o básico de Grafana e métricas. A grafana-dashboards dá uma boa estrutura sobre o que mostrar primeiro e como agrupar os painéis. Ela é menos eficaz como tutorial completo para iniciantes em Prometheus, provisionamento do Grafana ou fundamentos de linguagem de consulta.
A grafana-dashboards cria Grafana JSON de verdade?
Ela pode orientar ou rascunhar uma saída no formato de JSON, mas o resultado deve ser tratado como ponto de partida. Você ainda vai precisar validar tipos de painel, UIDs de datasource, sintaxe de query, variáveis e compatibilidade com a versão do Grafana no seu ambiente.
Isso é melhor do que um prompt comum?
Na maioria dos casos, sim, para trabalho de observabilidade. O valor da grafana-dashboards está em direcionar o agente para padrões comprovados de design de dashboard, como RED, USE e hierarquia da informação. Um prompt genérico costuma produzir dashboards que parecem cheios e sofisticados, mas não ajudam numa leitura operacional rápida.
Quando eu não devo usar a grafana-dashboards?
Evite usar quando o seu problema for principalmente:
- corrigir PromQL quebrado
- gerenciar pipelines de provisionamento do Grafana
- construir painéis ou plugins customizados
- fazer engenharia reversa de um dashboard exportado
- lidar com quirks específicos de datasource sem um problema padrão de layout de observabilidade
Nesses casos, uma skill mais especializada ou um prompt direto, específico para o repositório, normalmente é melhor.
A grafana-dashboards funciona só com Prometheus?
Não, mas ela se alinha de forma mais natural a conceitos de observabilidade no estilo Prometheus. Se você usa outra datasource, deixe explícitos a linguagem de consulta, os tipos de painel suportados e os nomes dos campos, para o agente não assumir convenções de PromQL.
A grafana-dashboards é só para times de Observability?
Não. Ela também serve para times de produto e engenharia que precisam de dashboards de KPI de negócio ou saúde de serviço, desde que o objetivo seja visibilidade operacional estruturada. A skill é simplesmente mais forte quando o dashboard precisa de lógica clara de monitoramento, e não apenas estética de reporte executivo.
Como melhorar a skill grafana-dashboards
Dê primeiro ao agente o inventário das suas métricas
A forma mais rápida de melhorar os resultados da grafana-dashboards é fornecer um pequeno inventário de métricas antes de pedir um dashboard. Mesmo 10 a 15 métricas reais já bastam para evitar que o agente invente nomes e para tornar o planejamento dos painéis muito mais utilizável em deploy.
Diga qual pergunta operacional o dashboard precisa responder
Dashboards melhores nascem de perguntas, não de listas de gráficos. Exemplos:
- “O on-call consegue saber em 30 segundos se a API está quebrada?”
- “Conseguimos detectar saturação de CPU antes de a latência subir?”
- “Produto e operações conseguem revisar em uma única visão os erros que afetam receita?”
Isso deixa mais claro o que deve ir na primeira linha versus o que fica nas seções diagnósticas inferiores.
Separe painéis de visão geral dos painéis de debugging
Um modo de falha comum no uso da grafana-dashboards é sobrecarregar a primeira tela. Peça ao agente para dividir a saída em:
- resumo executivo ou de on-call
- seção de tendências
- drill-down ou diagnósticos detalhados
Isso cria um dashboard que as pessoas realmente conseguem escanear sob pressão.
Diga qual método usar
Não presuma que o agente vai escolher o modelo de monitoramento certo. Diga explicitamente:
- use RED para serviços orientados a requisições
- use USE para computação ou infraestrutura
- combine painéis de SLO com RED para APIs voltadas ao cliente
Essa única instrução costuma melhorar mais a relevância dos painéis do que pedir “boas práticas”.
Peça a justificativa, não só a saída
Se o primeiro rascunho parecer plausível, mas genérico, pergunte:
- por que cada painel do topo ganhou aquela posição
- qual painel pode ser removido se o espaço de tela for limitado
- quais métricas são leading indicators e quais são lagging indicators
Isso força a grafana-dashboards a produzir um design mais defensável, em vez de uma completude apenas decorativa.
Corrija o primeiro rascunho com restrições concretas
A iteração funciona melhor quando o seu feedback é específico:
- “Não temos histogram buckets.”
- “Use
namespaceandpodvariables.” - “Este dashboard é só para o backend mobile.”
- “Remova KPIs de negócio; isto é estritamente para resposta a incidentes.”
- “Mantenha em uma tela só para um display de NOC.”
Restrições concretas normalmente melhoram muito a segunda rodada.
Fique atento aos sinais comuns de saída fraca
Tenha cautela se o rascunho:
- usa nomes genéricos de métricas que você não tem
- coloca tabelas demais acima de séries temporais
- mistura preocupações de serviço e infraestrutura sem separação
- não traz um resumo claro na primeira linha
- ignora o público e o intervalo de tempo padrão
Esses são sinais de que a skill foi invocada com contexto insuficiente ou com um pedido amplo demais.
Melhore a grafana-dashboards com uso consciente do repositório
Como esta skill parece depender principalmente de SKILL.md, você pode melhorar os resultados práticos combinando-a com seus próprios padrões locais:
- seus exemplos de schema de Grafana JSON
- suas convenções de nomenclatura
- seus snippets de PromQL
- suas regras de pastas e templating
Na prática, a grafana-dashboards funciona melhor como o cérebro de design, enquanto o seu ambiente entra com os detalhes de implementação.
