distill
por pbakausdistill é uma skill de design de UI voltada a reduzir telas, componentes e fluxos ao seu objetivo essencial. Use-a para diminuir a desordem, o ruído visual e o excesso de funcionalidades, mas tenha em mente que distill depende de /frontend-design e, em alguns casos, de /teach-impeccable antes do uso.
Esta skill recebeu 68/100, o que significa que é aceitável listá-la para usuários do diretório, mas com ressalvas claras. O repositório oferece um fluxo razoavelmente acionável para simplificação de design e uma descrição forte dos casos de uso, mas a execução ainda depende bastante de outra skill e carece de exemplos concretos ou artefatos de implementação que reduziriam melhor a necessidade de improviso.
- Linguagem de acionamento clara no frontmatter: simplificar, remover excessos, reduzir ruído ou deixar uma UI mais limpa e focada.
- Conteúdo de fluxo de trabalho consistente em SKILL.md, incluindo a avaliação das fontes de complexidade e a identificação do objetivo principal do usuário antes de simplificar.
- Inclui instruções explícitas de dependência e condicionamento: executar /frontend-design primeiro e usar /teach-impeccable se não houver contexto de design.
- A clareza operacional é limitada pela dependência de skills externas (/frontend-design e /teach-impeccable), necessárias para a preparação, mas não incluídas aqui.
- Não há exemplos, blocos de código, arquivos de apoio nem referências a repositórios/arquivos, então agentes ainda podem precisar improvisar para aplicar a orientação em uma base de código real.
Visão geral da skill distill
O que a distill faz
A distill é uma workflow de simplificação de UI voltada a reduzir um design à sua função essencial. Ela foi feita para momentos em que uma interface parece carregada, poluída, excessivamente decorada, cheia de recursos ou difícil de escanear. Em vez de sugerir mais UI, a distill vai na direção oposta: remover, combinar, ocultar e clarificar até que o principal objetivo do usuário fique inconfundível.
Quando a distill para UI Design faz mais sentido
Use distill for UI Design quando você já tiver uma tela, componente ou fluxo e quiser deixá-lo mais limpo sem perder utilidade. Ela se encaixa bem para designers, frontend engineers e product builders que estão lidando com:
- dashboards poluídos
- formulários com escolhas demais
- CTAs competindo entre si
- hierarquia visual fraca
- excesso de cores, estilos ou tratamentos de superfície
- feature creep que esconde a tarefa principal
O trabalho real que ela resolve
Na prática, o papel da distill skill não é “deixar mais bonito”. É identificar o único objetivo principal de uma UI e então reduzir tudo o que desvia a atenção desse objetivo. Isso significa decidir o que remover por completo, o que recolher com progressive disclosure, o que unificar e o que enfatizar.
O que diferencia a distill de um prompt genérico
Um prompt genérico como “simplifique essa UI” costuma gerar recomendações vagas. A distill é mais útil porque trata simplificação como uma auditoria deliberada:
- avaliar de onde vem a complexidade
- encontrar a tarefa essencial
- remover elementos e variações desnecessárias
- preservar a utilidade enquanto aumenta a clareza
Essa estrutura é o principal motivo para instalar a skill em vez de depender de prompting ad hoc.
Principal cuidado antes de adotar
A maior limitação é que a distill não funciona de forma isolada. As instruções da própria skill exigem que você invoque /frontend-design antes e, se ainda não houver contexto de design, execute /teach-impeccable antes de continuar. Se você procura uma skill plug-and-play que funcione sozinha, essa cadeia de dependências é o principal ponto de atenção logo na adoção.
Como usar a skill distill
Contexto de instalação da distill
Essa skill fica em pbakaus/impeccable, no caminho .agents/skills/distill. Um padrão comum de instalação é:
npx skills add pbakaus/impeccable --skill distill
Como o trecho do repositório expõe apenas o arquivo SKILL.md, trate esse arquivo como a fonte oficial de uso e parta do princípio de que a skill depende de skills complementares no mesmo repo.
Leia este arquivo primeiro
Comece por:
SKILL.md
Para usar a distill, esse arquivo importa mais do que um README, porque é nele que estão o contrato real de invocação, o workflow e os passos pré-requisitos.
Respeite a cadeia de dependências exigida
Antes de usar a distill, siga esta ordem:
- invoque
/frontend-design - siga o protocolo de coleta de contexto
- se ainda não houver contexto de design, rode
/teach-impeccable - só então execute
distill
Isso não é um refinamento opcional. A skill depende explicitamente de contexto de design prévio, então pular essa etapa aumenta a chance de uma simplificação rasa ou arbitrária.
Que tipo de input a distill precisa
A distill skill funciona melhor quando você fornece um alvo concreto junto com contexto suficiente para julgar o que é essencial. Inputs fortes normalmente incluem:
- a tela, componente ou fluxo específico
- a tarefa principal do usuário
- dores atuais, como excesso de elementos, ações demais, hierarquia fraca ou ruído visual
- restrições, como campos obrigatórios, textos legais, limites da plataforma ou regras existentes do design system
Exemplos mínimos de alvo:
distill checkout sidebardistill onboarding modaldistill analytics dashboard header
Como transformar um objetivo vago em um prompt forte para distill
Prompt fraco:
- “Simplify this page.”
Prompt melhor, no estilo distill guide:
- “Use distill on the settings screen. The main goal is helping users change notification preferences quickly. Current issues: too many card sections, repeated labels, three competing save actions, and decorative borders everywhere. Keep required compliance copy and email/SMS toggles. Recommend what to remove, combine, hide, or restyle.”
Por que isso funciona:
- define um único objetivo principal
- explicita prováveis fontes de complexidade
- marca o que não pode ser removido
- pede decisões acionáveis de simplificação, não uma crítica genérica
O que a distill procura analisar
Pelo material de origem, a distill faz uma auditoria ativa de:
- elementos em excesso
- variação excessiva de estilos
- sobrecarga de informação
- ruído visual
- hierarquia confusa
- feature creep
Se você já souber quais desses problemas se aplicam, diga isso. A skill toma decisões melhores quando não precisa inferir tudo a partir de contexto limitado.
Workflow prático recomendado para usar a distill
Um bom workflow no mundo real é:
- reunir o contexto da tela com
/frontend-design - declarar o único objetivo principal do usuário
- executar a distill em um alvo específico
- revisar as sugestões de remoção e consolidação
- pedir uma justificativa de layout revisado ou um plano de implementação
- testar se a versão simplificada ainda atende os edge cases obrigatórios
Isso importa porque é fácil exagerar na simplificação. O melhor uso da distill costuma ser uma passada para remover ruído e outra para verificar se as tarefas essenciais continuam preservadas.
Que tipo de saída esperar
Você deve esperar recomendações sobre:
- o que remover totalmente
- o que esconder com progressive disclosure
- o que unir em um único controle ou seção
- quais tratamentos visuais reduzir
- como reforçar a hierarquia em torno da ação principal
Não espere detalhes de implementação pixel-perfect apenas da skill, a menos que você faça perguntas de follow-up de forma explícita.
Dicas práticas que mudam a qualidade da saída
Para um uso melhor da distill:
- envie uma tela por vez, não o produto inteiro
- descreva a tarefa principal em uma frase
- separe os elementos obrigatórios dos opcionais
- mencione ações críticas para o negócio que precisam continuar visíveis
- inclua screenshots, listas de componentes ou estrutura de código sempre que possível
A lógica central da skill é “o que pode ser removido sem prejudicar o objetivo principal”, então qualquer ambiguidade sobre o que é obrigatório é a forma mais rápida de obter recomendações fracas.
Quando a distill é especialmente eficaz
A distill skill é mais forte em UIs que já funcionam, mas parecem lotadas. Ela é particularmente útil para:
- ferramentas internas com anos de controles acumulados
- telas enterprise com dados demais visíveis ao mesmo tempo
- views mobile em que a densidade prejudica a escaneabilidade
- passes de redesign em que o escopo do produto está fixo, mas a clareza é ruim
FAQ da skill distill
A distill é boa para iniciantes?
Sim, desde que você já tenha algo concreto para simplificar. A skill oferece uma lente de simplificação mais clara do que uma crítica de design em aberto. O principal desafio para iniciantes é o workflow pré-requisito: você precisa seguir a preparação de contexto de design do repo em vez de tratar a distill como um comando mágico de uma linha.
A distill serve só para limpeza visual?
Não. A distill skill também mira complexidade estrutural: ações demais, informação demais visível de uma vez, prioridade pouco clara e excesso de funcionalidades. Ela trata tanto de interação e hierarquia quanto de styling de superfície.
Quando eu não deveria usar a distill?
Não use a distill quando o principal problema for capacidade ausente, requisitos pouco claros ou definição ruim do fluxo da tarefa. Simplificar uma UI antes de entender o objetivo real do usuário pode levar à remoção das coisas erradas. Ela também não é uma boa escolha se você precisa de ideação ampla em vez de redução.
distill vs prompting comum
A vantagem da distill sobre um prompt normal como “deixe isso mais limpo” é o modelo de decisão mais restrito. Ela pergunta explicitamente o que é necessário, o que é nice-to-have e o que pode ser removido, ocultado ou combinado. Isso a torna melhor para decisões de decluttering do que para exploração visual livre.
A distill funciona sem o restante do impeccable?
Não de forma limpa. Pelo material de origem, a distill espera que /frontend-design — e às vezes /teach-impeccable — sejam executados antes. Se o seu ambiente não consegue invocar essas skills complementares, ainda dá para imitar o workflow manualmente, mas você perde parte da preparação de contexto pensada pelo autor.
A distill faz sentido para times code-first?
Sim. A decisão de distill install faz sentido para times com forte foco em frontend, porque simplificar quase sempre depende de entender o que é realmente obrigatório no código e na lógica do produto. Ela é especialmente útil quando a dívida de design aparece como controles demais, estados demais e tratamentos visuais demais na UI já entregue.
Como melhorar a skill distill
Dê à distill um único objetivo principal
A melhoria de maior impacto é declarar uma única tarefa principal para a UI-alvo. O próprio material de origem enfatiza que deve haver ONE primary user goal. Se você passar vários objetivos com o mesmo peso, a distill skill não conseguirá simplificar com firmeza, porque tudo começará a parecer essencial.
Marque o que pode sair, o que precisa ficar e o que é incerto
Um prompt forte para a distill separa:
- must keep
- safe to remove
- uncertain or negotiable
Esse enquadramento evita dois modos comuns de falha: uma saída tímida que não remove nada, ou uma saída agressiva que corta elementos necessários.
Nomeie as fontes reais de complexidade
Não diga só “está muito poluído”. Diga à distill se a poluição vem de:
- botões demais
- informação repetida
- estilos visuais demais
- bordas ou sombras desnecessárias
- agrupamento ruim
- opções visíveis demais
Isso melhora a precisão das recomendações porque a skill já raciocina dentro dessas categorias.
Peça decisões de remoção, não crítica genérica
Um prompt melhor é:
- “Use distill and list what should be removed, combined, hidden, or visually softened.”
Um prompt mais fraco é:
- “Thoughts on this design?”
O primeiro gera uma saída útil e implementável. O segundo abre espaço para comentários amplos e reduz o valor do workflow do distill guide.
Use uma iteração para simplificar e outra para validar
Depois da primeira passada, pergunte:
- que riscos de usabilidade a simplificação introduz
- quais edge cases podem agora estar escondidos demais
- se o CTA principal ficou mais claro
- se ações secundárias críticas continuam fáceis de encontrar
Essa segunda passada melhora o uso da distill porque a qualidade da simplificação não depende só de reduzir, mas de preservar as capacidades certas.
Forneça artefatos, não apenas descrições
Se possível, envie:
- um screenshot
- um wireframe
- um inventário de componentes
- a hierarquia atual de informação
- snippets de código relevantes para UI condicional
Quanto mais concreto for o alvo, mais confiança a distill terá para identificar o que é decorativo, redundante ou estruturalmente desnecessário.
Fique atento aos modos de falha mais comuns
Resultados fracos normalmente acontecem quando:
- o propósito principal da tela não está claro
- toda solicitação de stakeholder é tratada como igualmente importante
- restrições obrigatórias foram omitidas
- você pede para simplificar o produto inteiro de uma vez
- a coleta de contexto com
/frontend-designfoi ignorada
Se a distill parecer genérica, a causa mais comum não é a skill em si, mas um input pouco especificado.
Peça à distill para explicar os tradeoffs
Uma das melhores formas de aumentar a confiança na saída é pedir:
- que benefício para o usuário cada remoção traz
- qual custo de discoverability vem ao ocultar funcionalidades
- por que um controle unificado é melhor do que controles separados
Isso transforma a distill skill de uma ferramenta de limpeza em uma ferramenta de apoio à decisão, o que tende a gerar mais valor na adoção por times.
Combine a distill com um follow-up de implementação
Depois que a distill apontar a direção de simplificação, faça uma segunda solicitação pedindo:
- estrutura de layout revisada
- escolhas de componentes alinhadas ao design system
- notas de implementação frontend
- acceptance criteria para a tela simplificada
É nessa passagem de bastão que a skill muitas vezes deixa de ser apenas conceitualmente correta e passa a ser realmente útil na prática.
